quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Dolce & Gabbana faz coleção para o clube inglês Chelsea


Vale a Pena Conferir - 20 opções de bolsas para várias ocasiões


Confira o resumo do que aconteceu no Salão Moda Brasil 2010


O Salão Moda Brasil (SMB) recebeu cerca de 23 mil visitantes que conferiram as novidades e tendências para as coleções primavera-verão 2010/11 de 200 expositores e aproximadamente 600 marcas. Oriundo do Salão de Lingerie, que ampliou seu segmento de exposição, há dois anos o Salão mudou de nome por conta do número de marcas dos segmentos moda masculina e feminina, praia, fitness, tecidos e aviamentos que vem agregando a cada edição realizada.


Organizado pela New Stage Eventos, a feira contou com investimentos de mais de R$ 5 milhões que foram utilizados na estrutura, sinalização, contratação de profissionais, ferramentas de divulgação, entre outros, o que gerou o retorno de aproximadamente R$ 280 milhões em movimentação de negócios realizados.

Novidades e Destaques

Para ajudar na divulgação das novidades, estiveram presentes no evento as atrizes Emanuelle Araújo e Alinne Moraes, modelos das marcas Del Rio e Un.i. Além disso, houve a realização de desfiles e a exposição da coleção verão 2011 do estilista Walter Rodrigues (que a apresentou anteriormente no Rio de Janeiro). Inspirado na cultura africana, Rodrigues expôs 26 looks e dedicou uma parte do seu stand para mostrar o funcionamento do seu processo criativo, desde o story board, amostra de tecido, imagens de pesquisa e croquis.

Os grandes destaques da feira foram as tendências e novidades tecnológicas apresentadas nas lingeries e no fitness. Em matéria de fios, a Rhodia apresentou o Emana, seu fio inteligente que reduz a fadiga muscular e sinais de celulite. Já a Invista lançou o tecido Lycra® Beauty que ajuda na modelagem corporal e foi criado a partir de pesquisa de opinião com mulheres da Alemanha, Brasil, EUA, França, Itália e Reino Unido.

Em tecidos, a Affinti Berlan apresentou o Bio Shape Wave que contém cristais bio-ativos no DNA da fibra e que ajudam a reduzir a fadiga muscular, além de auxiliar na redução dos sinais da celulite. Já a Salotex mostrou o X-Static, fio de prata que contém propriedades que inibem o desenvolvimento de bactérias e fungos e proporciona isolamento térmico e neutralizante do odor da transpiração. Consagrado no exterior, o fio de prata é muito utilizado nas comunidades médicas, militares, esportivas e pela NASA.

Nas lingeries funcionais, as marcas 2Rios e Modelle apresentaram bojos que não deformam após as lavagens e a Dilady o sistema Ultra Shape 0% barriga, que reduz as medidas em até duas numerações. Já para as lingeries de luxo, as tendências mostradas pela Del Rio, Un.i, In. Joi são peças com aplicações de adereços metálicos e paetês. Darlin, Fruit de La Passion e Elegance apresentaram peças inspiradas nos séculos XVII e XVIII com muitas rendas e detalhes dourados. A Lupo focou sua coleção nas divas modernas, como Lady Gaga e Beyonce e a marca MyLady propões conceito de sensualidade e conforto para as gestantes.

Para a homewear, Monthal e Laços de Fita mostraram coleções que valorizam as cores e estampas, priorizando o conforto com composições 100% algodão e na underwear e moda masculina, destaque para peças feitas com fibra de bambu, peletizados e mesclados sem poliéster da Upman, jeans artesal da Romi Jeanswear e jeans com tingimentos e processos de amaciamento ecológicos da Cherne Cortigiani.

Marcas

Além de Rhodia/Amni, Lycra®, Affinit Berlan, Delfa e Rosset, patrocinadoras e co-patrocionadoras do Salão, estiveram presentes no evento grandes nomes, como Alto Giro, ArpFios, Body Jam, Calvin Klein, Colella, Dilady, Doutex, D’Anello, Sol&Energia, Fórum Lingerie, Hihgstil, Hope, Liz, Lupo, Mash, miz.;coutore, Mylady, Nu.Luxe, Plie, Raphy, Rosa Chá, Salotex, Scala, Trifil, Valisére, entre outras.

Fonte: Textilia

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Tendência: Outono/Inverno 2011 - Urbano e Confortável

Antenadas ao que vem sendo desenvolvido no exterior, somado ao olhar atento do nosso território, grandes marcas brasileiras de tecidos e malhas lançam suas coleções de outono/inverno 2011. Inspiradas no comportamento urbano, que tem características universais, elas trazem novidades em texturas e fios fantasia.

Para a próxima estação, o denim aparece com muito mais opções do que o tradicional blue jeans oferece, seja nas cores, aviamentos ou costuras. Vindo com o peso de 7,5oz e com variação de 75% a 98% de algodão na composição, a peça ganha melhor caimento e proporciona grande conforto, o ponto de destaque da coleção, que visa transformar a peça em artigo “coringa”, podendo ser usado em múltiplas ocasiões, sempre de forma elegante e respeitando os movimentos do corpo.


Na cartela de cores segue o padrão escuro que a estação pede, porém com destaque para as novas cores criadas a partir de misturas e inovações nos processos de tingimento, como o azul extra dark (mistura de tons que gerou um azul intermediário entre o preto e o azul marinho), o super black (inspirado no visual roqueiro), além do azul acinzentado.

Botões e costuras aparecem com destaque por exibirem fortes cores, fazendo assim o contraste com o fundo escuro dos tecidos, resultando em peças conceituais e de personalidade. Zíperes e passantes seguem nas cores principais das peças de maneira discreta, porém de forma funcional.

No setor de malharia e tecidos planos, o vintage é a referência direta, principalmente o universo rock ‘n’ roll, no qual aparecem fortemente estampas em xadrez e quadriculadas. Na cartela de cores, preto, azul-marinho e tons nude de rosa, bege e amarelo.

Destaques


Canatiba – Traz o denim nobre com tingimento azul intenso. O acabamento resinado proporciona toque e brilho natural. Sua estrutura é de alta densidade e os efeitos ring resultam um efeito visual antique.

Cedro – Aposta nos tecidos nobres e em diversas opções de tingimentos, com acabamento flat finish para o denim e sarja bem marcada para o colour. Modelagens em skinny, super skinny e jegging.

Capricórnio – Com foco na mobilidade e no conforto, traz a linha de tecidos leggings, que tem composição de algodão variante e 23% poliéster + 2% elastano, resultando em peças resistentes, porém ajustáveis ao corpo.

Farbe – Malhas com composição essencialmente de algodão. Nas cores, aposta nos tons nude de rosa e amarelo, além de forte presença do branco.

Panamericana – Traz a linha Red, que apesar do nome, explota também os tons de azul e verde. Nas estampas, jogo de contraste de cores com toques de luminosidade.

G. Vallone – Coleção com modelagem retrô. Na cartela de cores, preto, tons de nude e azul-marinho, o grande destaque.

A força do xadrez

Para o próximo outono/inverno, o xadrez, que já há alguns anos aparece como tendência nestas estações de baixa temperatura, continua com forte presença, porém com novidades nas cores e traçados.


Para usá-lo da melhor maneira, a estilista e empresária da moda Ana Sodré alerta que é preciso ter bom senso e fazer combinações equilibradas. Assim, a peça fica mais valorizada, “O ideal é usar a estampa em looks mais despojados em tecidos como lã e algodão e em camisas, casacos ¾, além de lenços e cachecóis”, sugere.


A cada estação aparecendo renovado, o xadrez não tem definição única e as suas padronagens são as mais diversas possíveis e geralmente mudam de cores conforme os tons da temporada.

Para quem fica na dúvida ao pensar em quando e como usar o xadrez, basta seguir a mesma regra válida para qualquer escolha de roupa: use sempre o bom senso.
Fonte: Textília

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Top da finalização

Longa história: campanhas publicitárias europeias confirmam a importância do spray para os looks da época


Ele já passou dos cinqüenta anos, porém está mais atual do que nunca. Com fórmula renovada, que possibilita looks diferentes, o hairspray deve continuar reinando por anos a fio...

Muitos pensaram que a era do spray chegaria ao fim. Criado pela Chase Products Company, de Illinoys, nos Estados Unidos, o produto foi comercializado pela primeira vez em 1948, época em que a moda-cabelo valorizava penteados altos e bem-estruturados,
cuja sustentação só era possível graças ao uso de produtos fortes e grudentos. Com o passar do tempo e o minimalismo da moda, além das batalhas ecológicas em favor da camada de ozônio, aliados ao lançamento cada vez maior do gel e das pastas modeladoras, o spray foi ficando em segundo plano. Isso até pouco tempo atrás.

Grandes estilistas internacionais resolveram apostar suas fichas novamente nos visuais elaborados, definidos, arquitetônicos. Um exemplo é a coleção primavera-verão 2010 de John Galliano: inspirada nos anos 1940, e na Hollywood dos tempos de ouro do Sunset Boulevard, apresentou penteados cinematográficos, de inspiração barroca, que não podem abdicar dos efeitos fantásticos das nuvens de laquê.

Por outro lado, o que dizer das excêntricas cabeleiras da cantora Amy Winehouse? Por ser imitada tantas vezes (vários sites ensinam o passo a passo de seus looks!) a popstar britânica decidiu lançar sua própria linha composta de make up, perfumes, delineadores, roupas e, naturalmente, laquê para cabelo.

Mas a volta desse item de finalização tem outros motivos, como explica Maria Eucimar Alves, técnica da Maxiline: “No decorrer desses cinquenta anos, o hairspray sofreu várias mudanças consideráveis.

Antes, ele tinha apenas uma ação fixadora, que era molhada e úmida. Com isso os fios ficavam secos e desidratados, com aspecto endurecido. Hoje, tais cosméticos fixam com jato seco. Isso faz com
que um simples pentear possa eliminá-los do cabelo, sem que fiquem resíduos. As formulações também contêm ingredientes, como silicones e polímeros de tratamentos, que ajudam a fixar e modelar, sem agredir a fibra capilar”.

Alta evolução

Antigamente, o cabeleireiro tinha como ferramenta de trabalho o famoso e potente laquê. “Por possuir uma concentração de álcool elevadíssima, proporcionava um efeito duro, compactado e artificial, além de um brilho plástico. Ficava a cargo do profissional trabalhar da melhor forma para que os resultados ficassem o mais natural possível, e ele não podia errar. Se isso acontecesse, com certeza, seria preciso lavar o cabelo e recomeçar todo o processo”, conta Narciso Netto, gerente técnico da Joico Brasil.

Hoje, a tecnologia direcionada aos produtos para cabelos disponibiliza para o hairstylist um spray com hold factor (fator de fixação), cujas graduações proporcionam variações de uso com resultados determinados. “Os sprays não têm somente a função de um finalizador, eles também assumem, hoje, um papel de modelador, sendo utilizados com ferramentas como a piastra e o babyliss, promovendo forma com fixação. Toda essa versatilidade oferece ao profissional um leque de oportunidades para que ele crie e dome os cabelos. O resultado são verdadeiras obras de arte”, argumenta Narciso.

*Matéria de Lucia Preziosi e Carmen Cagnoni/ Revista Estética

terça-feira, 13 de julho de 2010

Dos shows de rock para as passarelas

Beatles e o terno sem gola criado por Pierre Cardin

Liam Gallagher, vocalista do Oasis, uma das grandes bandas dos anos 1990, provavelmente não pensou em seguir uma tendência de moda ao vestir uma parca para as gravações do clipe da música Do Y’Know What I Mean. A parca não tinha nenhuma relação com a música, não contava uma história, nem dizia muito sobre com o tema. No entanto, no dia seguinte à estreia do clipe, a suposta loja onde Liam teria comprado o casaco vendeu todo seu estoque de parcas. E bastaram apenas algumas semanas para que a peça se tornasse uniforme nas ruas de Londres. Até hoje ninguém sabe dizer quem bebeu de quem, se foi Liam da moda, ou a moda de Liam. O fato é que, em poucos dias, fãs e ídolo vestiam a mesma peça. E não importava o quanto parcas eram comuns nas ruas londrinas. No corpo – e no clipe – de Liam, elas ganharam outra dimensão.

O mesmo ocorreu no passado com o terninho dos Beatles, as pantalonas de Janis Joplin e as calças rasgadas de Joey Ramone. Rock e moda funcionam como uma via de mão dupla – desde que o rock é rock é assim. A diferença nos dias de hoje é que, a partir dos anos 1990, rockstars e fãs passaram a ter acesso às mesmas informações culturais – o que tornou as estrelas cada vez mais mundanas, e os fãs, cada vez mais céticos. “O papel do ídolo hoje não é estar em um pedestal inatingível. Pelo contrário, ele funciona como um ‘amplificador’ de estilo para a maior quantidade possível de pessoas, e por isso, estão diretamente ligados ao marketing das grandes marcas”, explica Josh Sims, autor do livro Rock Fashion.

Há mais de 50 anos o rock influencia a moda das ruas e dita o que os fãs vão vestir. Por consequência, o estilo dos artistas também acaba por influenciar a moda produzida pelos estilistas. Por isso, neste 13 de julho, Dia Internacional do Rock, preparamos uma seleção com looks históricos de astros do rock’n'roll que já tiveram sua influência levada até as passarelas dos grandes desfiles. Welcome to the jungle!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Sapatos com a sua cara

O título é praticamente literal, pelo menos para algumas mulheres que têm acesso aos sapatos da marca turca Oyee Design. O diferencial da grife é o desenvolvimento de shoes personalizados, de acordo com o gosto e a personalidade de suas clientes. Um dos modelos de mais sucesso é o scarpin branco que leva o desenho da silhueta e a réplica do autógrafo do rei do pop, Michael Jackson. Confira alguns modelos exóticos.